Programa

Unidos Por Torres Vedras

Autárquicas 2025

UMA VISÃO ESTRATÉGICA PARA TORRES VEDRAS

Programa Eleitoral Autárquico 2025

UNIDOS POR TORRES VEDRAS 

TORRES VEDRAS.

TERRA COM HISTÓRIA. TERRA COM FUTURO.

ÍNDICE

Razão de uma candidatura conjunta e porquêUnidos por Torres Vedras

Introdução

Uma comunidade de valores
O direito à felicidade
Um concelho de futuro

Manifesto

Visão
Valores
Uma política de proximidade

Pilares

Um programa de futuro, de todos e para todos, hoje e amanhã

Unidos – Processo & Transparência

Índice dos capítulos

Legendas

Razão de uma candidatura conjunta e porquê “Unidos por Torres Vedras

Em 2024 as principais forças políticas de oposição ao poder instalado em Torres Vedras, desde o 25 de abril de 1974, iniciaram discussões sobre a possibilidade de constituir uma frente unida e uma alternativa democrática reforçada, assente em princípios democráticos comuns, na liberdade e na defesa dos direitos de todos os cidadãos, sem demagogias ou populismos fáceis.

Um exame mais atento dos resultados das últimas eleições autárquicas revela que, embora o PS tenha obtido uma vitória clara na distribuição de mandatos (5 em 9), a votação da oposição Unidos – Movimento Cívico + PSD/CDS, quando somada, foi praticamente igual. A votação do Unidos e da coligação Afirmar (fora a restante oposição) resultou num total de 39,8% dos votos, enquanto o PS obteve 39,9%, mas uma maioria absoluta de mandatos. Esta fragmentação da oposição foi um fator determinante para a vitória do PS, permitindo-lhe manter a maioria, que se soma à maioria de Freguesias, 11 em 13, e correspondente maioria na Assembleia Municipal. Acresce que o poder é exercido de forma absoluta, sem qualquer atribuição de pelouros ou de posições na gestão da autarquia ou, sequer, na definição orçamental, por mais irrelevante que seja. Esta situação, constitui, por isso, um verdadeiro bloqueio democrático em que a oposição, pese embora tenha o mesmo peso eleitoral do partido no poder, cumpre um papel quase decorativo ou meramente de democracia aparente.

O 25 de abril não se fez para permitir tão longos períodos de governo sem alternância democrática.

Este bloqueio democrático tem também a sua expressão na maior abstenção nas eleições autárquicas do que, por exemplo, nas legislativas – autárquicas de 2021, abstenção de 46,35%, legislativas de 2025 abstenção de 41,77% – justamente porque os eleitores consideram que o seu voto será inútil para oferecer qualquer alternativa democrática. E este tem sido o cenário desde o 25 de Abril, governo de partido único, aparelho autárquico dominado, exercício do poder em estilo absolutista, sem alternância, transparência ou evolução.

Iniciado um trabalho de convergência em torno de propostas concretas de governação, as principais forças políticas de oposição acordaram em apresentar um programa de governação inovador, ambicioso e reforçado, contando com o trabalho de centenas de pessoas com um objetivo comum: oferecer mais e melhor para Torres Vedras.

Uma vez que a legislação portuguesa não permite a existência de coligações de partidos com movimentos de cidadãos independentes, foi acordado criar uma plataforma única, constituída pelas forças políticas usando a designação de ‘Unidos por Torres Vedras’, integrando militantes dos partidos e independentes do movimento cívico.

Unimos forças para lançar um novo ciclo de desenvolvimento para Torres Vedras. Entregámos listas à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a todas as Freguesias, formalizando um acordo histórico entre o Movimento Cívico Unidos por Torres Vedras, o PSD, o CDS e o Volt.

Unidos pelo futuro de Torres Vedras, em convergência de princípios e orientados pelos valores da transparência, confiança, competência e credibilidade, apresentamos propostas com cronograma concreto, demonstrando o porquê, o como e o quando, de forma refletida e sustentada, numa candidatura autárquica virados para o futuro.

Mais do que partidos, juntámos pessoas: gente com trabalho feito, ligada às suas comunidades, coletividades e sociedade civil, com provas dadas, em todas as Freguesias e vida profissional fora da política. Uma equipa preparada para governar e com a energia e ambição de mudar a história de sempre, oferecendo mais às nossas gentes e construir um futuro melhor para os nossos filhos.

INTRODUÇÃO

A última vez que foi publicado um Plano Estratégico para Torres Vedras foi há quase 30 anos, em 1996. 

Em três décadas, o mundo mudou – muitas das ideias então apresentadas nunca avançaram, e outras deixaram de fazer sentido ou tornaram-se obsoletas.

Problemas que estão amplamente identificados arrastam-se por décadas, apesar de exigirem rápida resposta.

A gestão da nossa autarquia tem ficado para trás na resposta aos desafios dos tempos que vivemos. Oportunidades de financiamento europeu perdidas, problemas eternos que ficam sem resolução, obras que não passam de intenções e anúncios.

O 2.º Relatório do Ordenamento do Território 2018-2022 (REOT), legalmente obrigatório, faz uma fotografia do Concelho de 4 em 4 anos e oferece um cenário desolador quanto à execução de projetos em Torres Vedras. Cerca de 80% das obras planeadas ou prometidas em 2007 nunca saíram do papel. É como fazer um plano qualquer e deixar 80% por fazer. Mais do que ‘poucochinho’ constitui uma verdadeira ofensa ao dinheiro e à confiança dos cidadãos na gestão pública autárquica e implicou já um atraso de décadas face a muitas outras cidades e concelhos de dimensão comparável.

São urgentes mudanças e uma ação transformadora que envolva os cidadãos, com mais transparência, mais ambição e inovação e uma forma diferente de pensar no serviço público.

O Unidos por Torres Vedras apresenta um Programa Eleitoral que ambiciona constituir também um Plano Estratégico a executar ao longo do tempo, com uma visão de progresso e bem-estar. E mudar o que tem sido o processo político de quase 50 anos da mesma cor política.

É fundamental lançar e debater propostas inovadoras para o futuro do Concelho e das Freguesias.

Propõem-se soluções, com objetivos, cronogramas de ação e metas concretas, com os impactos previsíveis, em especial, ao nível ambiental, orçamental e para a juventude.

Para executar as reformas necessárias, importa avaliar o percurso desde 1976 – a alvorada da democracia e do poder local – manter e melhorar o que se alcançou e avançar no muito que está por fazer, orientados para uma gestão mais eficiente e transparente dos recursos financeiros públicos.

O dinheiro do orçamento anual não é da Câmara Municipal, é dos contribuintes. E quem contribui, tem de ter mais do que uma palavra a dizer. Tem de poder participar, escrutinar, contribuir. Uma democracia participativa tem de envolver as pessoas nas decisões e tem de prestar contas, criando meios para informar e ouvir. Não só de 4 em 4 anos, como se fossem um mero apêndice democrático. Os eleitores são, acima de tudo, cidadãos de pleno direito.

50 anos do mesmo poder é muito tempo. Como já sabíamos.

Uma cidadania ativa implica o interesse, mas também a possibilidade de conhecer e estar informado sobre o que se passa à nossa volta, para além da nossa casa, bairro ou aldeia. A divulgação de eventos, o acesso a informação ou o conhecimento das razões por trás das decisões têm de melhorar muito.

O sentido ou participação cívicos cultivam-se, praticam-se, cabendo ao poder político disponibilizar ferramentas para uma participação simples, fácil, efetiva, diminuindo a burocracia e eliminando entraves à participação.

Numa democracia participativa, todos têm de ter as mesmas oportunidades para partilhar ideias ou propor soluções.

É fundamental que durante a planificação ou execução de um projeto municipal – seja a requalificação de uma rua, a criação de um Parque Verde ou a construção de uma Escola – se oiça e sejam recolhidos contributos da comunidade local, dos cidadãos, numa lógica de ‘muito maior’ proximidade. Por isso propomos um modelo inovador, o das Freguesias Sede de Concelho, com Freguesias com mais recursos, mais competências, mais capacidade.

Finalmente, precisamos de serviços públicos valorizados, motivados e orientados para proteger e servir todos os cidadãos em todo o nosso Concelho.

Apelamos, por isso, a uma mudança e alternativa democrática, ao fim de 50 anos do 25 de abril, orientada para proteger e servir melhor os cidadãos.

GOVERNAR OUVINDO E ENVOLVENDO OS CIDADÃOS

UNIDOS, VAMOS MUDAR PARA MELHOR!

UMA COMUNIDADE DE VALORES

Torres Vedras fundou-se na confluência do mar e das serras, como região de produção agrícola de excelência e cruzamento de rotas económicas, a norte da capital do país. Ponto estratégico fundamental, ao longo da história, esta condição continua a ser um ativo único e uma oportunidade de desenvolvimento.

Torres Vedras está no centro da dinâmica de todo o país e deve ser referência de qualidade de vida, pela riqueza da sua natureza, potencial das suas terras e das suas gentes e na afirmação pelo mar, nos corredores que aqui passam e deverão desenvolver-se como centralidade em constante evolução, posicionando o nosso Concelho com a relevância que pode e merece na região, no país, na Europa e no mundo.

A nossa proposta assenta na capacidade de unir esforços, competências, valores e ambições, em torno de uma ideia e de um projeto de esperança no futuro: Unidos por Torres Vedras!

DIREITO À FELICIDADE

Como projeto político e alternativa democrática a um poder instalado e acomodado há tempo demais, somos a união que responde ao desejo de mudança da comunidade, orientada para servir e proteger os interesses e aspirações das populações. Propomos uma ação transformadora que envolva realmente os cidadãos, garantindo a sua participação permanente e ativa, orientados pela transparência, a inovação e a melhoria de processos, valorizando e colocando o serviço público ao dispor de todos.

UM CONCELHO DE FUTURO

A identidade de Torres Vedras fez-se da ambição constante de querer mais e melhor, na confiança de quem sabe ser capaz, que tem a competência para aproveitar todas as suas potencialidades e reúne a credibilidade para unir à sua volta quem queira abrir novos caminhos para o futuro do nosso concelho.

Esses desafios são enormes, mas também muito estimulantes. É tempo de nos unirmos, de ouvirmos quem sabe, reunir consensos e transformar. Criar uma visão de confiança, ambição e credibilidade. Somos uma força política aberta à participação de todos os cidadãos que queiram unir-se, de forma a construirmos juntos um futuro que é, de facto, possível.

MANIFESTO

Nascidos ou habitantes no Concelho de Torres Vedras, cidadãos livres, maiores e no exercício pleno dos seus direitos cívicos e políticos, Unidos por Torres Vedras é uma plataforma política, um projeto de mudança e uma candidatura às Eleições Autárquicas de 2025.

Consideramos urgente apostar no potencial do Concelho e dos seus cidadãos, para envolver, estimular, valorizar e fixar o seu potencial humano – a sua maior riqueza – promovendo a criatividade, a identidade e a criação de valor, recuperando a centralidade e o prestígio da nossa região no panorama nacional.

Com base nos princípios da confiança, credibilidade e competência, queremos que Torres Vedras seja gerida de forma transparente, com sentido ético, aberta ao diálogo permanente e de proximidade, planeando e construindo um futuro de inovação para todas as freguesias.

Estamos cientes dos desafios dos novos tempos, mas igualmente convictos de que o nosso Concelho tem potencial para mais democracia, mais dinamismo e crescimento, para o que é necessária uma união de esforços e de ideias, focada no desenvolvimento e na melhoria da qualidade de vida, que também esteja refletida no trabalho, na transparência e na forma como os eleitos públicos atuam e o serviço aos cidadãos é prestado.

É claro para todos que a Câmara Municipal de Torres Vedras, sempre sob a mesma gestão, sem alternância democrática, revela hoje uma incapacidade evidente de concretizar projetos, de apresentar uma visão de futuro, de reorganizar os serviços e eliminar a burocracia ou de criar uma estratégia mobilizadora da comunidade, geradora de empregos e de esperança.

Com todo o trabalho desenvolvido ao longo de 4 anos, em oposição democrática, com largas dezenas de propostas apresentadas em todas as áreas de governação, constituímos uma alternativa positiva e de confiança, que ambiciona e espera ser merecedora do voto dos cidadãos eleitores do nosso Concelho.

Independentemente de simpatias partidárias ou da visão política, acreditamos na competência e na mudança do processo político para conduzir a nossa terra ao futuro de qualidade que é, de facto, possível.

  • Ambicionamos uma política de desenvolvimento para o município, adotando boas práticas nacionais e internacionais para garantir um crescimento sustentado;
  • Projetamos uma estruturação de bases para o futuro do Concelho, assente em dados objetivos e numa aferição realista das capacidades;
  • Promovemos a cidadania participativa, ambicionando a convergência nas opções da comunidade, através de novas soluções de participação, com presença permanente em todo o território durante os mandatos e mais próxima cooperação institucional – implementando o modelo de ‘Freguesias sede de Concelho’;
  • Apresentamos uma equipa com provas dadas, competente, que trabalhará para proteger e servir a comunidade, assumindo compromissos e responsabilidade perante os cidadãos;
  • Assumimos uma prática ética, com responsabilidade, idoneidade, transparência e prestação de contas. Gerindo, pelo exemplo, sem conflitos de interesses.

VISÃO

Um concelho de futuro, com cidadãos e recursos valorizados, um espaço de felicidade, uma comunidade de valores.

VALORES

Os valores da competência, credibilidade e confiança, determinam e orientam a ação do movimento unidos, numa visão comum de cidadania inclusiva, responsável e ativa.

Competência

Possuir os instrumentos, o conhecimento e a vontade para saber fazer.

Credibilidade

Fazer aquilo que se promete fazer, informando porquê, como, quando e qual o efeito útil (legado) que se pretende alcançar.

Confiança

Inspirar, pela apresentação de resultados, a obediência a valores e a prestação de contas, a confiança nas decisões e soluções.

Uma Política de proximidade

Em Portugal e por toda a Europa, movimentos cívicos e coligações de forças políticas têm apresentado respostas às necessidades e ambições das populações, alargando o debate público, reforçando a cidadania e permitindo a participação ativa dos cidadãos nos órgãos de poder.

A possibilidade de coligações e grupos de cidadãos – com experiência profissional fora da política – apresentarem candidaturas a órgãos autárquicos representa uma evolução muito positiva no panorama do poder local, possibilitada pela Constituição de 1976.

O Unidos por Torres Vedras é uma candidatura independente, livre e abrangente onde estão pessoas de esquerda, de direita, provenientes de partidos ou apartidárias, de todos os géneros, origens, e de todas as idades.

O QUE NOS UNE É TORRES VEDRAS!

PILARES

Com base nos princípios da confiança, competência e credibilidade, Unidos por Torres Vedras ambiciona envolver todos os cidadãos, construindo um programa de governação autárquica mais ambicioso e transparente.

No centro da nossa ação estão os Cidadãos e o Território – defendendo uma gestão sustentável e transparente; planeando políticas inovadoras e focadas no desenvolvimento, bem-estar e qualidade de vida e no futuro de Torres Vedras.

Numa visão transversal do tratamento das várias áreas de intervenção, estes são os quatro pilares nos quais assenta o nosso programa eleitoral e o modelo de governação.


01. CIDADÃOS

Cidadãos, cientes dos seus direitos e responsabilidades, participativos, envolvidos e livres. Cidadãos que formem uma comunidade que deve ser servida e protegida através de modelos de governação autárquica transparente. Comunidade com legítimas aspirações à felicidade e progresso individual e familiar. Cidadãos em processo de capacitação social, transformadores de uma sociedade mais coesa, convergente, ambiciosa, capaz. Cidadãos, propósito principal das políticas públicas.


02. TERRITÓRIO

Território de identidade, espaço onde vivemos e onde nos definimos enquanto indivíduos, lugar onde construímos a comunidade a que pertencemos. Território espelho da nossa história, dos nossos recursos naturais e sociais, das nossas raízes e tradições. Território de intervenções que satisfaçam o equilíbrio entre as necessidades do tempo presente e o potencial do tempo futuro. Espaço de uma gestão de desenvolvimento orientada para o seu melhor aproveitamento.


03. SUSTENTABILIDADE

Sustentabilidade, pilar orientador de todas as políticas públicas, conduzindo a uma gestão consciente, transparente e racional dos recursos. Sustentabilidade, como quem sustenta, defende, favorece, apoia, conserva, cuida, em busca de uma relação de harmonia entre os cidadãos e o território onde habitam. Promovendo, através da transparência e de boas práticas de governação, um futuro, social, económica e ambientalmente sustentável.


04. INOVAÇÃO & DESENVOLVIMENTO

Inovação e desenvolvimento, promoção de investimento público e privado, dirigido e estratégico para criar, atrair e difundir amplamente as inovações, garantindo um acesso transparente e universal a esses avanços e esses direitos como fundamentos do concelho. Inovação e desenvolvimento, assentes em bases realistas, transparentes e credíveis, que transformem a qualidade de vida dos cidadãos e assentem nos valores da liberdade.

UM PROGRAMA DE FUTURO, DE TODOS E PARA TODOS, HOJE E AMANHÃ

O programa que se apresenta assenta na relação dos CIDADÃOS com o TERRITÓRIO. Essa relação deve ser SUSTENTÁVEL, usando os recursos de hoje, para os que vivem no tempo presente, mas sem comprometer que possam ser usados também, na sua plenitude, pelas futuras gerações. Finalmente, essa relação tem de visar a criação de riqueza e bem-estar, de hoje e amanhã, e para isso tem de assentar na INOVAÇÃO & DESENVOLVIMENTO.

Só uma relação harmoniosa dos cidadãos com o território, com vista ao seu bem-estar e à preservação do espaço que habitam pode garantir que Torres Vedras seja uma TERRA COM HISTÓRIA E COM FUTURO.

Este programa é o resultado do trabalho de centenas de pessoas, em especial ao longo de 4 anos, Torrienses que vivem no concelho ou espalhados pelo mundo e contém propostas em 14 ÁREAS DE GOVERNAÇÃO, elaboradas por especialistas nessas áreas, em vários casos, ou por cidadãos empenhados na construção de soluções para o nosso concelho.

Aqui se reúnem ideias que partiram de pessoas de esquerda, de direita, independentes, de todas as idades, etnias e credos, que habitam na cidade, no campo, ou junto ao mar, com a generosidade cívica de quem se dispõe a contribuir para a construção de um futuro melhor, da terra que amam.

Unidos na convergência de um interesse comum, por Torres Vedras.

UNIDOS – PROCESSO & TRANSPARÊNCIA

Desde o início de construção do Unidos por Torres Vedras que anunciámos que ‘a política’ ou o ‘exercício de governação da coisa pública’ são um “processo”.

Um ‘processo’ “é uma sequência organizada de ações, atividades e formalidades, inter-relacionadas, que transformam propósitos em resultados ou objetivos específicos, servindo como um método para atingir um fim” ou, como entrada de dicionário: ‘processo’ é um “modo de fazer uma coisa”.

Na ‘coisa pública’, como os recursos são escassos e as necessidades intermináveis (princípio da intangibilidade), o ‘processo’ é determinante, porque é através dele que se alcançam (ou não) os resultados. É através de um ‘processo’ que se fazem escolhas (definindo prioridades) e se decide a alocação dos recursos existentes, que se estabelecem metas e se distribuem tarefas. As más opções levam ao desperdício de recursos, a perdas de tempo e objetivos falhados. As boas opções, para bem dos destinatários (os cidadãos) resultam na satisfação de necessidades, ao desenvolvimento e ao enriquecimento das comunidades.

O que propomos ao eleitorado e aos cidadãos Torrienses é um ‘modo diferente’ de ‘fazer as coisas’. Um processo diferente daquele que, por exemplo, levou a que o poder instalado há 49 anos (PS) tenha de escrever um relatório em 2025 (por imposição legal), tarde e a más horas, o REOT (disponível online, pesquise ‘REOT Torres Vedras’), a explicar que mais de 80% das obras que se propunha fazer nos últimos 20 anos não estão feitas (gráficos da página 378 e seguintes). Tire as suas conclusões.

Como parte deste novo ‘processo’ político, ou seja, de fazer as coisas, foi realizado muito trabalho, ao longo de 4 anos, elaborando e apresentando propostas em todas as sessões de Câmara, só esporadicamente aprovadas pelo executivo maioritário.

Hoje, à porta de eleições autárquicas, apresentamos um programa enriquecido com muitas dessas propostas, com o processo do que nos propomos fazer, do como, do quando e qual o impacto esperado, seja no ambiente, na juventude ou em termos orçamentais.

Mas fazemos mais, porque a ‘transparência’, para nós, é parte do processo e não um adjetivo mais ou menos conveniente do processo político habitual. ‘Transparência’ é a primeira peça de um processo político sério, ético, em que o sorriso de simpatia gere confiança, seja credível e não enganoso.

Por isso, tal como anunciámos no dia 7 de abril, juntámos forças entre aqueles que acreditam e desejam mudanças do ‘processo político’, escolhendo pessoas e não cores partidárias ou fações, sorrisos fáceis ou compadrios. Escolhemos a nossa equipa, as nossas equipas, na base de competências, credibilidade, provas dadas, capacidade para gerarem uma dinâmica de confiança, energia e esperança. Pessoas capazes de mudar esta história e dar a Torres Vedras, às suas Freguesias, às suas gentes, um futuro que merecem e que é, naturalmente, possível.

Entendemos, por isto, que é importante que todos saibam – cidadãos, funcionários da autarquia, fornecedores, parceiros, agentes culturais, económicos e outros – quem são as pessoas que irão integrar o executivo camarário e por que razão integram esta candidatura. A equipa.

Transparência significa dizer que ‘processo político’ se propõe para o futuro da cidade e do concelho, mas também o como, com quem e porquê.

Assim como parte integrante da proposta de ‘projeto’ e de governação do Unidos por Torres Vedras e dando sentido ao significado de ‘transparência’, explicamos o que cada um dos candidatos ao Executivo Camarários (os Vereadores), virá a executar e as áreas de governação pelas quais terá responsabilidade.

Sérgio Galvão

Administração Geral de serviços

Gabinete de apoio às Freguesias

Economia & Finanças

Recursos Humanos

Obras Municipais

Turismo

Promotorres

SMAS

Rita Sammer

Educação

Saúde e bem-estar 

Desenvolvimento social, inclusão e envelhecimento ativo

Coesão social e desenvolvimento humano

Diogo Guia

Ambiente, mundo rural, mar e sustentabilidade

Internacionalização, geminações e desenvolvimento estratégico

Gestão de informação, inovação e segurança

Proteção Civil

Desporto

Bárbara Amaro

Urbanismo

Habitação

Trânsito, mobilidade e estacionamento

Planeamento estratégico e ordenamento territorial

Gestão de espaços públicos e qualidade de vida

Rui Estrela

Associativismo & Cidadania

Cultura & Identidade

Economia Criativa

Património Cultural & preservação da memória

Biblioteca & Arquivos

Galerias, Artes Visuais & Performativas

Pedro Miranda

Juventude

Comunicação

Casa da Juventude

Inovação & Desenvolvimento

Eficiência, Tecnologia & IA

ÍNDICE

ÍNDICE

TEMAS / ÁREASPILARES
GOVERNAÇÃOCidadãosInovação & DesenvolvimentoSustentabilidade
CIDADANIA & ASSOCIATIVISMOCidadãosSustentabilidadeSustentabilidade
SAÚDECidadãosInovação & DesenvolvimentoSustentabilidade
EDUCAÇÃO, INCLUSÃO & DESENVOLVIMENTO SOCIALCidadãosInovação & DesenvolvimentoSustentabilidade
JUVENTUDECidadãosInovação & DesenvolvimentoSustentabilidade
URBANISMO, HABITAÇÃO & MOBILIDADETerritórioSustentabilidadeInovação & Desenvolvimento
CULTURA, PATRIMÓNIO CULTURAL & TURISMOCidadãosTerritórioSustentabilidade
ECONOMIA & COMPETITIVIDADEInovação & DesenvolvimentoSustentabilidadeTerritório
AMBIENTE & BEM-ESTAR ANIMALSustentabilidadeTerritórioInovação & Desenvolvimento
MUNDO RURALTerritórioSustentabilidadeInovação & Desenvolvimento
MAR & COSTA ATLÂNTICATerritórioSustentabilidadeInovação & Desenvolvimento
DESPORTOCidadãosInovação & DesenvolvimentoTerritório
PROTEÇÃO CIVIL & SEGURANÇACidadãosTerritórioSustentabilidade
SANTA CRUZTerritórioSustentabilidadeInovação & Desenvolvimento
ÍNDICE TEMÁTICO

LEGENDAS

TÍTULO

Designação do tema, projeto, iniciativa, programa ou ação.

PROPOSTA

Descrição sumária do que se pretende executar, dinamizar ou desenvolver para melhor proteger ou servir os cidadãos.

ÂNCORA

Elemento central ou ponto de partida da proposta, na base do qual se propõe alcançarem-se os objetivos de interesse público ao serviço dos cidadãos.

OBJETIVOS

Fins últimos que se pretendem alcançar com a proposta no serviço aos cidadãos. 

COMPROMISSOS

Etapas ou ações a desenvolver ao longo do tempo, encadeadas, sistemáticas e exequíveis (obedecendo a um plano e cronograma) para alcançar os objetivos.

Impacto orçamental: alto, médio, baixo
Grau de impacto nas contas do município.

Impacte ambiental: baixo, médio, alto
Grau de impacto no ambiente.

Impacto na juventude

Relevo ou impacto para/na juventude.


Prioridade: alta, média, baixa

No quadro das diversas políticas municipais.

Exequibilidade 

Execução previsível a 4, 8 ou 12 anos.

Legado

Qual o impacto/benefício de natureza duradoura para a comunidade.